A resposta da geração Y na estratégia de crescimento organizacional

Michele Otobelli Berteli, Gabriela Cristina Lain, Vinícius De Vargas Bacichetto, Sylvia Maria Azevedo Roesch, Pelayo Munhoz Olea
  • Revista Brasileira de Casos de Ensino em Administração, November 2012, Fundacao Getulio Vargas
  • DOI: 10.12660/gvcasosv2n2c10

A resposta da geração Y na estratégia de crescimento organizacional

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Roberto Ludembark, Régis Fagundes e Leonel Castilhos eram jovens formados na área de Ciências da Computação que trabalhavam na Hollinfo, uma empresa do ramo de informática em Porto Alegre/RS. Depois de algum tempo, os três colegas começaram a discordar da forma como a empresa atuava junto aos clientes, onde o objetivo era somente o faturamento, não existindo espaço para negociações entre os colaboradores e os clientes. Com isso, pediram demissão da empresa Hollinfo e fundaram a Treviso, em 1989, decisão que mudou completamente suas vidas. No decorrer da história da Treviso, diferentes acontecimentos marcaram seu crescimento, mas foi durante os primeiros anos da década de 2000 que a empresa viu seu faturamento crescer numa média de 25% ao ano. Após 22 anos atuando na região de Porto Alegre, os atuais sócios da Treviso, Sr. Ludembark e Sr. Fagundes, decidiram implantar um plano de desenvolvimento da empresa que envolvia grandes mudanças, na busca da melhoria dos resultados financeiros e da satisfação interna dos funcionários. No entanto, os sócios não esperavam que fossem enfrentar tantas barreiras e problemas, apesar dos dois anos de planejamento para essa alteração. Uma das maiores dificuldades foi em relação aos funcionários classificados como geração Y, que é aquela que não se prende à empresa em que está atuando profissionalmente, pois, quando esse grupo não recebe respostas às suas necessidades de ascensão imaginada, busca outros ambientes de trabalho, o que ajuda a provocar um aumento no grau de rotatividade2. Nesse momento, era fundamental que a empresa tomasse decisões rápidas quanto aos desgastes gerados com os colaboradores e com os problemas financeiros.

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http://dx.doi.org/10.12660/gvcasosv2n2c10

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